Importância do TGF-Beta1 em CIRURGIAS PLÁSTICAS

Woman with hands on stomach

 

Você fez ou pretende fazer uma cirurgia plástica?
Já ouviu falar em TGF-Beta1?
Não??? Então leia este post!

    O TGF-Beta1 é um fator de crescimento transformante que desempenha um papel importantíssimo na cicatrização de feridas e na reparação de tecidos.É uma citocina responsável pela formação da fibrose e pela diferenciação dos miofibroblastos (responsáveis pela capacidade de “contração” da ferida).
Essa citocina é encontrada em todos os tecidos,e produzida por muitos,mas não todos os tipos de células do parênquima, e também é produzido ou libertado por células tais como linfócitos, monócitos, macrófagos e plaquetas infiltrantes. Num ferimento ou inflamação, todas estas células são potenciais fontes de TGF-BETA1 ( olha a cirurgia plástica aí 🙂 )
Em geral, a libertação e ativação de TGF-BETA1 estimula a produção de várias proteínas de matriz extracelular e inibe a degradação das proteínas da mesma. Em circunstâncias normais, ela contribui para a reparação de tecidos conduzindo ao restabelecimento da arquitetura de tecido normal.Já no caso de uma cirurgia plástica, por exemplo,este excesso de TGF-BETA1 contribui para a formação de fibroses patológicas de tecidos ( olha ela aí !!!) que compromete a função do órgão normal ( neste caso a pele).Assim, podendo apresentar déficits funcionais que são provocados pela fibrose que se forma ao redor de nervos e músculos(perda da mobilidade, aprisionamento de nervos,vasos sanguíneos e linfáticos, perda da capacidade de absorção de impactos, favorecendo microtraumas repetidos…).

Ok, você já deve estar pensando…Já entendi que o TGF-BETA1 pode produzir a terrível fibrose,mas o que devo fazer para evitá-la? Como tratá-la, caso apareça?

Atualmente, a proposta mais eficaz para o tratamento e prevenção de fibroses é a LTF          ( técnica manual de liberação tecidual criada pela Ft.Mariane Altomare).Com esta terapia manual obtemos um tratamento mais rápido e efetivo através do controle deste ambiente mecanobiológico tecidual.
A LTF pode ser usada no início do pós operatório, logo após a liberação médica,para justamente prevenir o aparecimento de fibroses e aderências e ajudar de forma significativa na redução do edema.
Nos casos da fibrose já instalada, também temos sucesso ao aplicarmos a técnica!

FIBROSE tem tratamento! Quando aplicamos a LTF de acordo com a frequência, duração e a amplitude corretas, há uma diminuição na deposição e síntese de colágeno dando o resultado terapêutico desejado com sucesso!

Procure um fisioterapeuta capacitado para realizar o seu pós operatório!

Não permita que um pós operatório incorreto coloque em risco o sucesso de sua cirurgia!

Entre em contato para uma avaliação!

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